quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Educados não são todos, pois educação é para poucos


Quantas vezes ouvi injurias, ofensas, palavrões e diversas palavras luxas faladas pela boca "suja" das pessoas? Quantas vezes ouvi crianças falarem essas mesmas palavras sem saberem o que são porque seus pais as pronunciam? Quantas vezes vi cenas de bullying, descriminação e até mesmo agressões físicas vindo de pessoas ignorantes, desorientadas, descontroladas e mal educadas?
  Educação vem de berço, mas ser educado não é uma obrigação, mas sim uma opção a aqueles que são civilizados, pois civilizado não é aquele que usa roupas de grifes e nem aquele que frequenta lugares de luxo, mas sim aquele que é educado e honesto, independentemente das atitudes dos outros, pois estes não são influenciados, mas sim influenciadores.
  Então... Quem é educado, com educação merece ser tratado, quem é mal educado simplesmente deve ser rejeitado
  A vida é feita de escolhas, basta fazer a escolha que você sabe que é a certa. 
  Escolha ser feliz.
  Escolha ser educado.
  E se assim for, sera respeitado. 

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Doce vida, amarga reailidade


  Vivo num mundo de hipocrisias, de pobreza, de desumanidade, de desrespeito, de desigualdade.. E ainda assim existem pessoas que são possessivas, fissuradas e gananciosas em valores, status, beleza, fama, mídia, e mediocridades!
  Não precisamos ser perfeitos para sermos livres, mas precisamos ser livres para sermos felizes.
  Acredito num senso onde o homem não é uma máquina de valores, mas sim uma maquina de amores. Pois amar não significa ser, mas sim admirar, fazer pelo outro, ter compaixão pelo próximo.
  Se ser livre é respeitar a norma padrão da sociedade, então eu não quero, então eu não sou, então eu nunca serei.
  Talvez eu não esteja preparada para enfrentar o mundo, mas quando estiver mostrarei ao mundo que deve estar preparado para me enfrentar!
  

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

O poder desconhecido das palavras


  Existem diversas maneiras de conquistar o mundo, porém existem poucas pessoas capazes de encontra-las em si o potencial de conquistarem seus ideais, então, seriam elas incapazes de conquistarem o mundo...
  As palavras tem poder, mas para elas transmitirem sua vida, devem antes serem criadas, e quem seriam esses gênios capazes de torna-las reais? Esse talvez seja o maior mistério de escrever, pois quando você escreve, você não imagina aonde vai dar, mas de uma forma inesplicável, você consegue ir além do final esperado. As palavras vão surgindo, as orações vão se formando, as frases vão se juntando, e seu texto vai ficando bom, ficando bom, e ficando cada vez melhor que bom.
  É inesplicável o poder das palavras, pois do mesmo jeito em que elas podem ferir muito mais que agressões físicas, elas podem alegrar muito mais do que piadas. Então, para que agredir, quando podemos alegrar? E talvez este sim seja o maior mistério, pois é fato que as palavras tem poder, mas o que é duvidoso é saber os objetivos de quem tem o poder sobre elas.
 Como diz um ditado popular: "Quem com ferro fere, com ferro sera ferido", pois aqui no mundo em que vivemos, se você faz o bem apesar de todas as dificuldades, futuramente colherá o bem, porém, se você faz o mal, imediatamente colherá o mal. O que vier fácil, irá fácil, e talvez devemos começar aprender com as palavras, pensando mil vezes antes de pronuncia-las, pois se elas tem tanto poder, para que arriscar o que se pode ser melhor?

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

CONTO: Uma prova do verdadeiro amor

     
  Em uma pequena cidade Tailandesa vivia um jovem rapaz de família pobre, porém fiel a seus costumes, chamado Kathnâ.
  Kathnâ pertencia a uma comunidade de indígenas pedaung, onde as mulheres tinham o costume de colocarem argolas no pescoço como um símbolo de beleza. Quem continha mais argolas e o pescoço mais alto era a mulher mais bela.
  Natiga,mãe de kathnâ era considerada a mulher mais bela de sua comunidade, porem era viúva do antigo cacique da aldeia, e então nunca poderia se apaixonar  novamente por outro homem, ao não ser que este se torne o novo cacique da tribo e decida escolhe-la como mulher, o que era praticamente impossível, pois era de costume os caciques já serem “casados” e não podiam ser pigamos, já que a pigamia não era permitida na comunidade.
  Por mais que kathnâ amava seu falecido pai, ele sentia que sua mãe tinha a necessidade de se apaixonar novamente, então foi a procura de um bom homem para sua mãe querida, e nesta busca considerada impossível de ser concluída, Kathnã encontra um espelho e repara que se não há um homem para sua mãe talvez ele devia se tornar um.
  Após dois dias fora da aldeia, Natiga se preocupa com a demora de seu filho e manda os homens de sua aldeia o procurarem, realizando uma busca atras de Kathnã e de repente um homem sujo e com sangue em seu corpo vai a aldeia antes mesmo que os homens tivessem saído para a busca, ele grita falando que havia um menino nas matas ao redor da aldeia desmaiado, pois ele havia visto o jovem lutando com uma onça, mas que havia desmaiado e então ele entrou na frente e com sua força muscular matou a onça para tentar salvar o menino.
  Os homens impressionados com a bravura do corajoso e inesperado indígena, que se apresentou como Bakunai, correram nas matas já esperando que o menino fosse na verdade o filho do antigo cacique, Kathnã.
  Ao chegarem no local descrito Bakunai tinha desaparecido, enquanto os homens já confirmavam a morte do jovem, que era Kathnã. Então, a notícia se espalhou rapidamente e Natinga entrou em desespeiro assim que soube, pois perdeu seu marido e filho amados no mesmo ano.
  Após dois dias de muitas celebrações referentes a Kathnã, os homens decidiram jogá-lo em um rio, já que havia sido morto por um animal puro da natureza, onde nela seu corpo deveria permanecer.
  No mesmo dia em que o corpo de Kathnã foi jogado no rio, o misterioso homem, Bakunai, voltou na aldeia para se desculpar por não ter conseguido salvar a vida do jovem, mas por sua surpresa, todos da aldeia estavam reunidos para iniciarem uma celebração em homenagem a ele, por sua bravura e coragem.
  Assim que Bakunai entrou na oca em que sua celebração estava sendo iniciada, todos olharam para ele e na mesma hora Natiga gritou dizendo que os deuses haviam ouvido suas preces e o mandaram como um anjo na vida de todos da aldeia. Todos ao seu redor começam gritar e chamar pelo nome de Bakunai, então, Natiga foi em sua direção e tirou seu colar  feito de pétalas de violetas e com muita honra e respeito colocou o no pescoço de Bakunai, e não foi dito mas todos já sabiam, o bravo e corajoso indígena estava prestes a se tornar o novo cacique da aldeia, e talvez o futuro marido de Natiga.
  Bakunai se espantou com a atitude de todos, mas ficou lisonjeado e retribui o respeito dizendo: “se os deuses me mandaram para essa aldeia como uma missão, esta missão irei cumprir, em nome de todos que estão aqui presentes e que virão futuramente, com a mesma honra a qual fui recebido”.
  A celebração então se tornou motivo de festa e de muita comemoração. Todos dançavam como seu costume, enquanto homenageavam seus deuses e deliciavam suas comidas e bebidas naturais.
  Natiga estava super feliz, pois na mesma noite de muita festa, o novo cacique, Bakunai, havia a escolhido como sua nova companheira.

  Então todos viveram muito felizes e super satisfeitos. Mas somente Bakunai sabia da verdade, que ele era Kathnã e que sacrificou sua vida para dar uma nova vida a sua mãe, pois tudo que havia acontecido, aconteceu por sua vontade e não “dos deuses”, e desde então filho e mãe permaneceram juntos até que a morte os separassem.

FIM